Quem sou eu

Minha foto
Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA e Secretário do DA-Diretório Acadêmico do curso de Economia-UFPE,CAA

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Inep divulga cartilha de redação do Enem e estreia documento em Libras

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou nesta segunda-feira (16) a cartilha do participante para a redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2017. No documento, estão as diretrizes de correção e o que se espera do aluno em cada uma das cinco competências avaliadas. A prova acontece nos dias 5 e 12 de novembro.

>> Clique aqui para acessar a Cartilha do Participante – Redação no Enem 2017

>> Clique aqui para acessar a Cartilha do Participante – Redação no Enem 2017 em Libras

Não haverá mudanças quanto à forma de correção publicada na cartilha do Enem 2016. No entanto, neste ano, o Inep estreia uma cartilha traduzida em Libras (Língua Brasileira de Sinais) para facilitar o acesso e entendimento de pessoas surdas e deficientes auditivos. Ao todo, são 26 vídeos explicativos com o conteúdo do documento tradicional disponibilizados no perfil do Inep no YouTube.


A única alteração em relação ao modelo anterior foi na data de aplicação da redação. Neste ano, como a prova acontece em dois domingos distintos, a redação será aplicada no primeiro dia de exame, junto com Linguagens e Ciências Humanas. Segundo o Inep, o objetivo foi concentrar no mesmo dia a demanda cognitiva verbal e sociocultural do participante.

Redação


De acordo com a cartilha, a redação do Enem deve ser um texto dissertativo-argumentativo sobre um tema de ordem social, científica, cultural ou política. A partir do tema proposto, o estudante deve defender uma opinião e desenvolver, com coerência e coesão, um texto sobre o assunto, apoiado em argumentos consistentes. Por fim, o candidato elabora uma proposta de intervenção social coerente e viável para o problema sugerido no tema.

O texto produzido, segundo o Inep, será avaliado com base nas cinco competências e por, pelo menos, dois docentes, sem que um tenha conhecimento da nota atribuída pelo outro. Cada um atribuirá uma nota de 0 a 200 pontos para cada competência e a soma desses pontos será a nota individual do avaliador. A nota total da redação será a média das notas atribuídas pelos dois docentes.

Entre os motivos que podem zerar a nota da redação estão: fuga ao tema, extensão de até sete linhas, trechos deliberadamente desconectados do tema proposto e desrespeito aos direitos humanos. Conforme a cartilha, o desrespeito aos direitos humanos se dá por ideias e ações como: defesa de tortura, mutilação, intolerância religiosa, racismo, execução sumária e qualquer forma de "justiça com as próprias mãos".

Fonte-Folha de Pernambuco



A medalhista Laís Souza vem até Caruaru


 No dia 9 de Dezembro, a medalhista olímpica Lais Souza vem até Caruaru para ministrar uma palestra sobre a vida, carreira, o acidente que lhe deixou tetraplégica e a batalha que enfrenta todos os dias em busca de uma melhor qualidade de vida. O evento será no Centro de Convenções e é promovido pela Clínica multidisciplinar Ludotê. O primeiro lote de ingressos já está disponível para a compra.

Biografia:

Lais Souza tem 27 anos e atuou na Seleção Brasileira de ginástica Artística por muito tempo. Ir a uma Olimpíada é o objetivo de todo atleta e ela participou de duas edições, dos Jogos Olímpicos de Atenas em 2004 e Pequim em 2008.

Em 2013, com 25 anos de idade e duas Olimpíadas, ela quis buscar um novo desafio. Já tinha reinventado a carreira e conquistado uma vaga para representar o Brasil nas Olimpíadas de Inverno.

Estava animada por ter conseguido vaga nos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, na Rússia. Mas, em um treinamento no dia 27 de janeiro de 2014 aconteceu o acidente e ela têve a coluna lesionada.

Foram seis meses de hospital, entre crises de choro e de revolta… então ela resolveu focar nas minivitórias, a primeira foi respirar sem aparelhos. Com o impacto na medula, o diafragma parou de funcionar e ela teve que fortalecê-lo, para isso cantava a maior parte do dia.

Hoje a rotina é ainda mais difícil do que a de um atleta. Mas foi a vida de esportista que fez Lais ter a disciplina e foco nos novos objetivos.

Por tudo que passou e pela forma que encara a vida, ela é considerada um exemplo de superação e tenta passar isso nas palestras.
[16/10 21:23] Georgia: Pontos de vendas:

Caruaru Shopping
M C Rosal
Ludotê- 81 99871 9170
Georgia: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeK-qdlId7SNZ9AWgGLeTDHsFq4zA7TmtKA-6-zZp1tTlpjzg/viewform

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Brechó arrecada recursos para ajudar criança com AME

Na manhã desta segunda-feira (16) o Marco Zero de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, vai receber um brechó solidário. A meta dos organizadores é arrecadar recursos para o menino Breninho, uma criança de 2 anos que sofre de Atrofia na Medula Espinhal (AME) tipo 1.


Estarão sendo vendidos roupas e acessórios variados, com preços acessíveis. A ação faz parte da campanha intitulada ‘Super Breninho’, que tem o objetivo de reunir fundos para o tratamento do garoto, que custa cerca de R$ 3 milhões e é realizado nos Estados Unidos.


De acordo com o amigo da família, Luiz Carlos, com a arrecadação, o dinheiro será usado para custear despesas com o tratamento do menino. "Algumas contas de energias estão atrasadas, então quem puder ajudar, a gente espera hoje contar com esse apoio. A despesa dos pais de Breninho é muito alta", disse.

DOAÇÕES

As doações também podem ser feitas por meio de duas contas bancárias. Uma opção é o Banco do Brasil, agência 0067-1, conta poupança 7446-2, variação 51, em nome de Rainier M B Santos, pai de Breno. A outra é a conta na Caixa, agência 0052, operação 013, conta poupança 138587-4, em nome de Lucivânia Nunes Oliveira, mãe da criança.

FONTE-G1 Caruaru e região








domingo, 15 de outubro de 2017

Professor cego e cadeirante inspira alunos: 'A superação está dentro de cada um'

Uma doença rara degenerativa tirou a visão e parte dos movimentos das pernas de Osvaldo Fernando Moreira, aos 13 anos, mas não o impediu de sonhar. Formado em pedagogia, o professor de 29 anos inspira alunos do 5º ano do ensino fundamental para quem dá aulas em Rio Claro (SP) desde junho deste ano. “A superação está dentro de cada um”, disse ao G1.


Moreira é concursado na Escola Municipal Jovelina Morateli, no bairro Mãe Preta, onde sente-se realizado pela profissão que diz ter se apaixonado logo nos primeiros meses da graduação. Para conseguir o que queria, foi preciso muita dedicação, característica que admira em si próprio.

“Eu não falo que não consigo, que é impossível fazer algo. Para mim, essa palavra não funciona, não. Eu persisto nas coisas e até fico admirado pelo que faço”, contou.




Síndrome de Devic

Moreira nasceu saudável, mas na adolescência foi diagnosticado com a síndrome de Devic, uma doença autoimune que acomete o sistema nervoso central. Em uma semana, perdeu a visão e parte dos movimentos das pernas.


O tratamento começou em 2001 no Centro de Habilitação Princesa Victoria (CHI) onde se aproximou de pessoas com dificuldades semelhantes. Lá aprendeu a se comunicar em braile e logo passou a dar aulas para crianças com deficiência visual e múltiplas deficiências. Seis anos depois, prestou concurso e, em 2008, passou a trabalhar na unidade.

“Eu ensinava braile, informática adaptada para cegos, adaptava material e orientava professores da rede ensino. Sentia a necessidade cursar pedagogia para oferecer mais qualidade aos alunos”, contou.


Ao concluir a graduação, Moreira prestou outro concurso para professor da rede municipal de ensino e, em maio deste ano, teve que se desligar do CHI. “Por ter toda uma história de ajuda e recuperação, foi muito difícil a minha saída”, contou.
O professor lembrou que teve receio em relação ao primeiro dia de aula, pois não sabia o que iria encontrar. Ele não conhecia a escola, os professores, não sabia se o prédio era adaptado e não tinha noção de como seria recebido pelos pais e alunos. A experiência, entretanto, o surpreendeu.

“As crianças são curiosas, perguntaram por que tinha ficado doente, como uma pessoa cega enxerga, como eu fazia em casa. Contei a minha história e elas ficaram surpresas por eu conseguir fazer tantas coisas. Com isso, foi quebrando aquele gelo. No primeiro dia de aula saí muito feliz pela receptividade dos alunos e da escola”, disse.

Fonte-G1

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Violinista com paralisia volta a tocar com tecnologia de brasileiro

Voltar a tocar mesmo sem andar, falar ou se expressar. Uma violinista que perdeu os movimentos depois de um acidente de carro há 30 anos voltou a tocar graças a uma tecnologia com ondas cerebrais.
A técnica foi desenvolvida por um brasileiro, o professor Eduardo Miranda, da Universidade de Plymouth, na Inglaterra.
Há anos ele faz pesquisas que combinam música, computação e biologia pra que pessoas com deficiência possam se expressar musicalmente.
Rosemary Johnson não consegue mais se mover ou falar, mas usando sensores acoplados à sua cabeça conseguiu selecionar notas exibidas em uma tela – que foram, tocadas, então, em tempo real, por uma antiga colega, a violinista Alison Balfour-Paul.
Tudo foi registrado num curta metragem. (vídeo abaixo)
Comunicação pela música

“Na primeira vez que fizemos um teste com a Rosemary, fomos às lágrimas. Podíamos sentir a alegria vindo dela”, lembrou o brasileiro, que também é compositor de música clássica contemporânea.
“Quando vi Rosie pela primeira vez, algo estalou. É muito interessante trabalhar com ela.
Uma vez que ela é uma musicista clássica, não preciso perguntá-la muitas coisas. Por meio da tecnologia, estamos quase instantâneamente trabalhando no domínio da comunicação musical”.
“Trabalhar com ela está nos ajudando a desenvolver e formatar esta tecnologia. É uma mistura maravilhosa entre ciência e criatividade”, diz Eduardo Miranda.
Acidente

Johnson tinha 22 anos e era a quarta violinista da Ópera Nacional de Gales em 1988 quando sofreu um acidente de carro, a caminho de um concerto.
Ela estava na orquestra havia apenas nove meses quando se acidentou.
Balfour-Paul, que vive em Cardiff, capital do País de Gales, foi contatada há seis semanas por uma amiga em comum, que manteve contato com Johnson.
Até então, a equipe não havia encontrado uma pessoa que pudesse tocar com ela. Balfour-Paul permaneceu na Ópera Nacional de Gales após o acidente da violinista e agora trabalha como instrumentista autônoma.

“Aceitei porque fui colega de Rosie há 29 anos. Ela era uma musicista amável, com tudo indo a seu favor. Mas se envolveu neste terrível acidente, que danificou gravemente o seu cérebro”, conta Balfour-Paul.
Técnica brasileira 

A tecnologia do professor brasileiro vem sendo estudada desde 2003 com uma equipe de engenheiros e profissionais da área da saúde do Hospital Real para Deficiências Neurológicas em Londres e
“A ideia surgiu quando eu li uma notícia que cientistas estavam desenvolvendo métodos para controlar máquinas usando sinais elétricos cerebrais, chamados eletroencefalogramas.
Eu achei a ideia fascinante e comecei a investigar a possibilidade de usar esse tipo de tecnologia para criar instrumentos musicais eletrônicos”, lembra o brasileiro.
“No início, minha intenção era de desenvolver algo parecido com um estetoscópio cerebral para escutar e gravar os sinais elétricos do meu cérebro”.

Miranda conheceu Wendy Magee, uma médica australiana que trabalha com terapia musical para pacientes severamente paralisados, e resolveu focar o projeto em pessoas nessa situação.
Agora, o professor conta que a tecnologia ainda tem um longo caminho de aperfeiçoamento pela frente e deve chegar ao Brasil.
“Estou em contato com algumas instituições brasileiras para ver se podemos mostrar o trabalho no país no ano que vem. Mas, o trabalho não está pronto ainda para ser usado mais amplamente. Tem muito a ser feito para resolver vários problemas técnicos e práticos”, disse o brasileiro que precisa da disponibilidade de colaboradores e de financiamento para seguir em frente com a tecnologia.
veja foi emocionante


Fonte-Cantinho dos cadeirantes

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

'Burrinho terapeuta' ajuda menina com paralisia cerebral a falar

Noticiamos frequentes de histórias de crianças que encontraram nos animais um elo insubstituível. Há inúmeros casos de pequenos com alguma limitação de desenvolvimento que melhoraram depois de fortalecerem seus laços afetivos com os pets - a ciência comprova até que a relação com bichos pode fortalecer o sistema imunológico das crianças e reduzir as chances de doenças respiratórias.

A garotinha inglesa Amber encontrou um animal inusitado para chamar de melhor amigo: um burrinho chamado Shock. Depois de sofrer maus tratos e de ser encontrado machucado, o bichinho encontrou foi levado para o The Donkey Sanctuary, na Inglaterra, uma organização especializada na acolhida de animais em situação de abuso e negligência, que os capacita para o uso terapêutico. Lá, ele conheceu sua nova amiga.


Na época, Amber era completamente desprovida de linguagem verbal, não pronunciava uma palavra sequer. Isso porque, quando nasceu, a menina passou por uma cirurgia que cortou o fluxo de ar de suas cordas vocais, tornando-a muda. Além disso, ela tem paralisia cerebral, o que também dificulta seus movimentos.


Em entrevista ao site The Dodo, Austwick, mãe de Amber, conta que o vínculo afetivo entre a pequena e o burrinho foi crucial para o tratamento. "Foi bastante imediato ver que eles tinham um vínculo juntos, como eles eram ambos tão gentis um com o outro", relembra.

Graças à interação com o animal, os músculos de Amber ganharam força, e ela foi aos poucos desenvolvendo a capacidade da fala. As primeiras palavras dela foram "Eu te amo, Socky".


"Foi um momento de tanto orgulho e, claro, um enorme alívio saber que ela podia sim falar", lembra a mãe na entrevista. "Eu diria que eles se curaram".


As fotos mostram o amor entre os dois:



sábado, 7 de outubro de 2017

SECRETÁRIO NACIONAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA ANALISA ACESSIBILIDADE EM FERNANDO DE NORONHA

Fernando de Noronha tem passado por mudanças para melhorar as condições para receber pessoas com deficiência. Algumas pousadas foram adaptadas, os profissionais de restaurantes foram treinados.  A Praia do Sueste tem uma cadeira especial para o banho, fruto do projeto Praia sem Barreiras, e uma rampa foi instalada até o Mirante dos Dois Irmãos.  Na ilha também é possível fazer o mergulho autônomo, com instrutores capacitados para atender os visitantes com necessidades especiais. O secretário Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marco Antônio Pellegrini (foto acima), esteve em Noronha e analisou a situação atual.


A visita foi feita a convite do Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio), que neste mês de setembro está festejando os 29 anos de criação do Parque Nacional Marinho.  A programação de aniversário tem como tema central é a acessibilidade.


“Eu tive uma grata surpresa, Fernando de Noronha é lugar um voltado para o turismo que tem avançado na questão da acessibilidade. Tem também o interesse em melhorar o acesso para os moradores. Essa infraestrutura nasce a partir das pessoas com deficiência, mas também serve para os idosos, as crianças, as pessoas com mobilidade reduzidas”, disse Pellegrini.


O secretário hospedou-se na Pousada Zé Maria, um do estabelecimento preparado para receber pessoas com necessidades especiais. “Eu consegui ir a qualquer lugar da pousada. Além da questão arquitetônica, tem a atitude dos profissionais em ajudar as pessoas, estão de parabéns”, analisou.


Dasafios 


O secretário é tetraplégico, Marco Antônio Pellegrini foi assaltado e levou um tirou há 26 anos, quando perdeu os movimentos. “Naquele momento preferir não me aposentar, eu sou funcionário do Metrô de São Paulo, e passei a ser um exemplo. Acabei indo trabalhar no Governo do Estado e depois fui convidado para contribuir junto o Governo Federal, é um desfio“, falou.



“Nós temos visto muito preconceito, a deficiência é transversal, pega qualquer um. A pessoa com deficiência não tem cor, raça, gênero, religião, idade, nível social. É importante aprender a tratar as diferenças, é educativo. Não é apenas uma ação de Governo, é uma ação de Estado. Os empresários devem oferecer os serviços e as politicas públicas devem atender as necessidades”, afirmou o secretário.


O chefe do ICMBio, Felipe Mendonça, com o secretário Marco Pellegrini



O último Censo indicou que 40 milhões pessoas se declararam com algum tipo deficiência no Brasil. No mundo os dados indicam que um bilhão de pessoas têm necessidades especiais.